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Desde 1988 numa intensa atividade na perspectiva da assistência social

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Linha do tempo institucional

História

Uma trajetória que começa em Salvador, atravessa a Itália e se desdobra em acolhimento, ressocialização e educação no campo.

1988

Início da iniciativa social da família

1994

Formalização da fundação

2020

Autorização da ETFAP

1988

Giorgio Vaccari e Zeninha iniciam, na FAMEB, um acompanhamento concreto junto a adolescentes privados de liberdade.

Origem

Em 1988 começou a história da Fundação, a partir do encontro de Giorgio Vaccari e Zeninha, nome pelo qual Lusenice Rodrigues Vaccari era conhecida, no Centro de Recepção e Triagem da FAMEB, em Salvador.

Giorgio havia sido convidado a realizar palestras para adolescentes privados de liberdade, enquanto Zeninha tentava alfabetizar alguns deles. O convívio com aquela realidade levou os dois a uma decisão comum: era preciso inventar uma forma de atendimento que fosse alternativa à vida na rua e aos reformatórios.

Foi desse gesto inicial que nasceu a experiência do Centro de Solidariedade de Salvador, apoiada também por um grupo de católicos italianos e brasileiros que atuava como assessor junto a jovens em situação de grande vulnerabilidade.

Desde esse início, a Fundação acumulou uma experiência prática e pedagógica marcada por acolhimento, escuta, ressocialização e defesa dos direitos da infância e da adolescência.

1988
Registro na prisão juvenil de Salvador em 1988, no início da experiência que daria origem à Fundação.
Registro histórico dos primeiros anos do acompanhamento social a adolescentes e jovens em situação de risco.
Outro registro da fase inicial do Centro de Solidariedade e da gestação da Fundação.
Registro de casas e estruturas que acolheram etapas importantes da trajetória da Fundação.

Na FAMEB, Giorgio Vaccari e Zeninha decidiram responder de forma concreta à realidade dos adolescentes privados de liberdade e sem perspectivas.

1994

A experiência se consolida com o apoio da Condessa Maria Teresa Podestà Gilberti, de Milão.

Estruturação

Os cinco primeiros anos confirmaram que resultados verdadeiros e profundos só poderiam ser alcançados a longo prazo. Nesse período, a equipe precisou mudar de lugar três vezes para proteger os meninos, ameaçados de morte por marginais que insistiam em envolvê-los com o tráfico de drogas.

Essa continuidade só foi possível graças à intervenção providencial da Condessa Maria Teresa Podestà Gilberti, de Milão, principal benfeitora dos primeiros anos e figura decisiva para a consolidação institucional.

Em 1994, a experiência foi formalizada como fundação. O nome escolhido homenageou o marido da condessa, o Conde Franco Gilberti, lembrado por sua simplicidade, jovialidade e generosidade para com os pobres em Milão e em Santa Margherita Ligure.

Ao longo dessa fase, a instituição acolheu milhares de meninos e algumas mães solteiras, construindo um patrimônio pedagógico teórico e prático baseado em família, instrução e trabalho.

1994
Registro histórico associado a Antonio Balbino e à memória humana da trajetória da Fundação.
Retrato do Conde Franco Gilberti, cuja memória inspirou o nome da Fundação.
Retrato da Condessa Maria Teresa Podestà Gilberti, principal benfeitora dos primeiros anos da Fundação.

Nomes e rostos como Antonio Balbino ajudam a lembrar que a história da Fundação sempre foi feita de presença concreta e relações humanas.

2020

Depois de décadas de acolhimento, a Fundação amplia sua atuação para a juventude rural com a ETFAP.

Novo ciclo

Em mais de três décadas de atividade, o Centro de Solidariedade acolheu milhares de meninos. Muitos voltaram a viver com seus parentes ou passaram a morar de forma autônoma depois de receber emprego e moradia; outros perderam a vida ao retornar para a rua. Essa memória de dor e esperança também faz parte da história da Fundação.

Depois de trinta e dois anos de atuação, o Centro de Solidariedade encerrou seu ciclo em 2018. A partir daí, a Fundação redefiniu sua estratégia e passou a atuar também na prevenção, voltando-se para a juventude rural do entorno da Fazenda A Partilha, em Pojuca.

O encontro com as experiências das Escolas Família Agrícola da Bahia fortaleceu o sonho de criar uma escola no território. Em articulação com a AECOFABA, nasceu, em 2020, a Escola Técnica Família Agrícola A Partilha, ampliando a missão da Fundação para uma presença educativa ainda mais estruturada.

Essa nova etapa preserva a memória italiana e urbana da origem, mas a projeta em outro horizonte: juventude, campo, alternância, produção e permanência digna no território.

2020
Imagem de arquivo da fase de estruturação da atuação social e consolidação institucional.
Registro de trabalho e construção ligados ao novo ciclo educacional da Fundação.
Jovem em relação com a terra, símbolo do novo ciclo inaugurado pela ETFAP.

A Fundação foi sendo estruturada a partir da experiência acumulada e de respostas concretas às necessidades encontradas ao longo do caminho.

Memória e presença institucional

Memória que atravessa pessoas, lugares e escolhas

A história da Fundação não se sustenta apenas em datas. Ela permanece em rostos, casas, deslocamentos, nomes italianos e brasileiros e decisões tomadas para proteger vidas concretas.

Da experiência urbana do Centro de Solidariedade ao ciclo educativo da ETFAP, a memória institucional segue viva porque continua gerando presença, responsabilidade e futuro.

Giorgio Vaccari e Zeninha no início da caminhadaFundação dedicada à memória do Conde Franco GilbertiDa assistência urbana à criação da ETFAP
Registro histórico associado a Antonio Balbino e à memória humana da trajetória da Fundação.
Retrato do Conde Franco Gilberti, cuja memória inspirou o nome da Fundação.
Retrato da Condessa Maria Teresa Podestà Gilberti, principal benfeitora dos primeiros anos da Fundação.

Nomes e rostos como Antonio Balbino ajudam a lembrar que a história da Fundação sempre foi feita de presença concreta e relações humanas.

HistóriaMarcos da trajetória institucional.DoaçãoFormas de apoiar a continuidade do projeto.Prestação de contasConsulta pública aos arquivos e relatórios institucionais publicados.